A revista online Vento e Água – Ritmos da Terra, fala da integração do eu, casa e planeta.

Não é baseada em dicas, listas, técnicas ou em definições superficiais.

Libertou-se do condicionamento ao dentro de casa e ao dentro de nós, pois o bem-estar humano não é o núcleo de todas as coisas.

Aqui pretendemos imperfeições, profundidade e transgressões.
Não há regras, mas existem padrões.
Há sentires e intuições.

Olhamos honestamente e resignificamos a percepção profunda.

 

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Revista 33

REMEMBRAR OSSOS
1 FEV 2022

Revista 34

 21 MAR 2022

Revista 35

1 MAI 2022

Revista 36

 21 JUN 2022

Revista 37

1 AGO 2022

Revista 38

21 SET 2022

A integração é a meu ver um ponto de vista macro de tudo o que nos toca e envolve, assim sendo o valor da vossa partilha é imenso. Gratidão pelo maravilhoso trabalho.

A revista Vento e Água é referência na harmonização simbiótica entre espaço e lugar, ser e estar, viver e habitar.

Uma verdadeira dádiva esta nova versão da revista. Mais autêntica, viva, real, sem medo. Em contacto com a nossa pele.

Esta revista, ‘online’ e gratuita, era um sonho antigo. Com base no ‘know-how’ de design e paginação a ideia de criar uma revista sobre áreas e saberes diferentes foi algo que surgiu há alguns anos. Já no quinto ano de edição a revista renasce agora mais forte!

A revista abarca a eco-psicologia, eco-filosofia e eco-espiritualidade, a descolonização e múltiplas formas de arte.

Falamos agora de pós-activismo mitológico e filosófico.

O activismo drena, cansa e tende a deixar-nos demasiado tristes e pesados. Há um precipício que separa o hiper-realismo activista, do mistério das coisas. Os activistas encontram-se depressivos e ansiosos pelo excesso de relatos, notícias e constantes relatórios trágicos. Sempre a tentarem encontrar, planear e organizar acções, soluções e agir em responsabilidade. É esgotante.

É fundamental recuperar ferramentas de gestão medial, tanto individual como comunitária, de vínculo e conexão, onde, apesar do luto e da dor que atravessamos como colectivo possamos recriar rituais, histórias e o mistério.

É urgente recordar as práticas cooperativas que sustentam e trazem significado. Os mitos e as experiências vivenciais trazem exactamente isso. E contados na nossa língua nativa, segundo a energia deste território. Trabalhamos com autores locais mas também convidamos a colaboração de outros cantos, experiências e perspectivas para nutrimos e sustentarmos as acções de resiliência e desconstrução necessárias e urgentes na actualidade.

Uma revista necessária, indispensável, urgente. Porque nos dá a conhecer a longa e imperial história do homem branco pondo a nu a sua enorme responsabilidade em todos os desequilíbrios cada vez mais gritantes: ambientais, sociais e éticos. Interpela a responsabilidade individual, colectiva e activa necessárias à urgente mudança de paradigma.

Os temas são abrangentes e são ou deviam ser vivências diárias. Não me refiro apenas a reflexões sobre as temáticas, mas principalmente à consciencialização do mundo em que vivemos e onde, indubitavelmente, deixaremos a nossa marca. Este é o nosso mundo, fazemos parte dele, saibamos actuar para respeitar o que herdámos, sem nada tenhamos feito para isso.

Muito importante nos dias de hoje uma revista aberta aos temas do equilíbrio e ligação com a natureza sem estar vinculada a interesses económicos.

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Esta revista, na minha opinião é uma voz que nos chega, de coisas e pessoas que importa ouvir.”

A revista está mais abrangente, tal como um elemento vivo que por ser vivo está em constante transformação, é assim que vejo este excelente meio de nos abrir horizontes. Continuem com a vossa excelente missão.

Obrigada por nutrirem o meu espírito de explorador das profundezas do meu “SER” em novos caminhos para a permanência da impermanência total, no tempo intemporal das estações, emoções… ao ritmo da terra.

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